Ambiente 28 abril 2015
A WWF está preocupada com a Amazónia | Foto: Ana_Cotta/Creative Commons

Até 2030, uma área de floresta correspondente a Portugal, Espanha, França e Alemanha juntas pode perder-se.

Se não forem tomadas rapidamente medidas para combater a desflorestação, dentro de 16 anos, poderemos ter menos 170 milhões de hectares de florestas do que temos hoje.

Sendo a maior floresta do mundo, a Amazónia é também aquela que mais risco corre, tendo mais de um quarto da sua área ameaçada, sobretudo devido à prática agrícola e à criação de gado.  

O Brasil domina a lista das dez florestas em perigo elaborada pela organização ambientalista, que chama a atenção para outros dos seus "pulmões", como o Chaco (que se estende também ao Paraguai e à Argentina) ou o Cerrado. 

O alerta foi lançado hoje pela WWF, em Jacarta, na Indonésia, onde está a decorrer a "Tropical Landscapes Summit". 

Os dados encontram-se no Relatório sobre as Florestas da WWF colocado on-line aqui

Neste documento, lembra-se que a desflorestação provoca não só a perda destas áreas verdes, mas também de muitos postos de trabalho, água limpa e habitats essenciais para a preservação de inúmeras espécies animais e vegetais. 

A situação, diz a WWF, só pode inverter-se com medidas tomadas a vários níveis: empresarial, governamental e individual, evitando que cheguem ao mercado e sejam consumidos produtos vários (de móveis a artigos em cortiça, passando pelo papel) resultantes do abate ilegal de árvores. 

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