Ambiente 02 março 2015
O ícone de Paris abraça a causa da redução de gases com efeitos de estufa| Foto: Alexandre Duret-Lutz / Creative Commons

Nos seus 126 anos de existência, o ícone de Paris já abraçou várias causas. A das alterações climáticas é a última.

Se há monumento que não se pode queixar de monotonia é a Torre Eiffel. Desde 1980 tem sido constantemente alvo de renovações e adaptações que a tornam ainda mais convidativa aos olhos dos sete milhões de visitantes que recebe por ano. 

A última novidade são dois moinhos de vento colocados no segundo andar. Com sete metros de altura cada, começaram a ser testados na semana passada e foram pintados da cor da Torre, passando praticamente despercebidos.

Sendo o monumento pago mais visitado em todo o mundo, Paris achou que era o meio mais lógico de promover uma causa à escala global: a redução da emissão de gases com efeito de estufa.

É esse o objetivo da muito esperada conferência sobre as Alterações Climáticas das Nações Unidas, que se vai realizar na capital francesa em dezembro.

Da cimeira deverá sair o Acordo de Paris, visto como o ponto de partida para um compromisso de todos os países em limitar as emissões de carbono e promover as energias renováveis.

As turbinas instaladas na Torre Eiffel vão gerar 10 mil kilowatts por ano. Não é o suficiente para iluminar todo o monumento, mas dará para abastecer uma das suas lojas.

Será, também, um contributo para a meta ambiental que a cidade de Paris se propôs alcançar até 2020: diminuir em 25% as emissões de gases e obter um quarto da sua energia através de fontes "limpas". 

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