Ciência 17 maio 2015
O Museu funde-se com a Baía de Guanabara | Foto: Museu do Amanhã/Vimeo

No Dia Internacional dos Museus, apresentamos-te a obra futurista que está prestes a ser inaugurada no Rio de Janeiro.

Não falta muito para o Museu do Amanhã abrir as suas portas ao público, no Brasil. O projeto, do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, tem abertura prevista para o segundo semestre deste ano. O desenho futurista do edifício – com estruturas que se movimentam e com um aspeto exterior que varia ao longo do dia – combina com o que o visitante poderá encontrar no interior. 

Conteúdos audiovisuais e interativos convidarão o público a refletir sobre as possibilidades do futuro e a explorar algumas delas. Mas o futuro não nasce do nada. Numa primeira fase, o visitante será levado a “examinar o passado, entender as várias tendências da atualidade”. 

Neste museu das ciências, a entrada será feita pelo “Cosmos”. Se lá fores, um dia, poderás ter uma experiência sensorial - assistir ao nascimento da matéria, do espaço e do tempo até ao aparecimento do ser humano. Depois, serás convidado a abandonar a Terra e a vê-la desde o Espaço, da perspetiva de um astronauta. 

Os pés voltarão a pisar terra firme numa parte intitulada “Antropoceno” (a designação que os cientistas dão ao período mais recente da história da Terra, a partir do momento em que o Homem começou a influenciar o Clima). Aí, serás confrontado com muitas questões que marcam o momento presente – a expansão planetária, o crescimento das cidades, o aumento do consumo, a explosão do conhecimento, a transformação dos ambientes naturais.

 

É este presente que serve de rampa de lançamento ao futuro, ao tal “Amanhã” que dá nome ao Museu.  Aí, serás convidado a pensar em como as escolhas do presente determinam os vários futuros da vida. O “Amanhã” surge, assim, de mãos dadas com o “Agora”.

As grandes tendências do futuro são exploradas a partir de seis temas, que poderás aprofundar através de dezenas de experiências: 

- as mudanças climáticas; 

- o crescimento da população e a longevidade; 

- a maior integração e diversificação; 

-o avanço da tecnologia; 

- a alteração da biodiversidade;

- a expansão do conhecimento. 

A exposição principal do "Museu do Amanhã" teve como ponto de partida a ideia de que os próximos 50 anos devem condensar mais mudanças do que os últimos dez mil. Consegues imaginar o que isso significa?

No vídeo que se segue podes ver uma animação da evolução da zona do Rio de Janeiro em que o Museu está inserido e perceber como a estrutura vai mudar de visual ao longo do dia. 

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