O acesso ao Ensino Superior em 15 números-chave

Vê as médias mais elevadas, as universidades mais procuradas, as vagas para a 2ª fase e outros dados a reter.

78 250 O número estimado de novos alunos a frequentar o ensino superior público em 2016/2017 (dos quais, 7400 em cursos técnicos superiores profissionais, uma nova modalidade de ensino superior, e 70 850 em cursos de licenciatura e mestrado integrado);

42 958 O número de estudantes colocados nesta primeira fase de candidaturas ao ensino superior – um acréscimo de 2,1% face aos colocados no ano passado. No final da 3ª fase, deverão ser 46 700 os estudantes admitidos (mais 6% face ao último ano letivo);

49 472 Os estudantes que se candidataram nesta 1ª fase, um acréscimo de 2,5% face ao último ano (tinham sido abertas 50 688 vagas para esta fase).

1/3 do número total de estudantes que todos os anos ingressa no ensino superior público fá-lo por outras vias de ingresso, que não o concurso nacional – por exemplo, através de concursos especiais de acesso, como o destinado a maiores de 23 anos, a atletas de alta competição, a mudanças de curso e transferências;

8022 As vagas que, para já, sobram para a 2ª fase de candidaturas. É preciso esperar ainda pelas vagas que foram ocupadas nesta 1ª fase, mas cuja matrícula não seja concretizada, entre outras vagas (como as que resultam de retificações na colocação da 1ª fase) para se conhecer o número exato;

18,53 A nota mais elevada do último colocado nos cursos com a média mais alta de entrada: Engenharia Espacial e Engenharia Física e Tecnológica, ambos do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa. Em 3º lugar com a nota de acesso mais elevada, ficou o curso de Engenharia de Gestão Industrial da Universidade do Porto (18,48);

18,40 Valores, a nota do último colocado entre os candidatos ao Curso de Medicina com a média de entrada mais alta, na Universidade do Porto (este foi o 4º curso com a média de entrada mais elevada. O 5º é também de Medicina, e também da Universidade do Porto, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, com a média de entrada a ficar nos 18,25).

84% A percentagem de estudantes que ficou colocada numa das três primeiras opções;

9088 Os candidatos que escolheram como 1ª opção um curso da Universidade de Lisboa (que disponibilizou 7651 vagas), a instituição que registou maior número de candidaturas na 1ª opção. A Universidade do Porto ficou em 2º lugar neste ‘ranking’, com 7736 candidatos a colocarem-na como primeira opção (para apenas 4160 vagas);

8434 Os estudantes que se candidataram à área de estudo “Engenharia e Técnicas afins“, a que reuniu mais candidatos. Em seguida ficou “Ciências Empresariais”, com 7883 candidatos em 1ª opção, e “Saúde”, com 7494 candidatos;

45 Os cursos abertos em várias instituições de ensino superior que não tiveram nenhum candidato.

84% dos alunos que terminam cursos científico-humanísticos no ensino secundário prosseguem estudos superiores; essa percentagem desce para 55 se falarmos de alunos de cursos artísticos especializados e é ainda menor no caso dos alunos que terminam cursos profissionais: 18%;

91% O número de alunos que continua a estudar no ensino superior um ano depois de ter entrado;

40% A percentagem dos jovens com 20 anos a frequentar o ensino superior em Portugal, um número inferior ao registado pelos países europeus mais desenvolvidos;

29 O dia de setembro em que são divulgados os resultados da 2ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior.

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