A chama do Olimpismo reacendeu-se há 120 anos

Em abril de 1896, graças a Pierre de Coubertin, realizaram-se os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Não fosse um jovem aristocrata francês e talvez hoje os Jogos Olímpicos fossem algo que conheceríamos apenas dos livros de História.  

Era de lá que Pierre de Coubertin conhecia, também, esses Jogos que tiveram lugar na Grécia Antiga, entre 776 a.C. e 393 d.C., e que se revestiam de tal importância que davam origem a uma “trégua sagrada”.  

Enquanto as Olimpíadas se realizavam, em homenagem aos deuses do Olimpo, os conflitos bélicos eram interrompidos.  

Homens de várias cidades gregas (só elementos do sexo masculino, homens livres, no pleno direito da sua cidadania podiam participar) competiam de forma pacífica, sendo os vencedores premiados com uma coroa de oliveira. 

Mais de 1500 anos depois de terem sido proibidos, pelo imperador romano Teodósio I, por os considerar pagãos, os míticos Jogos foram recuperados, por um jovem francês que dedicou a vida à pedagogia, para quem o desporto assumia um papel fundamental na educação e no desenvolvimento intelectual da juventude.  

Pierre de Frédy, que ficaria mundialmente conhecido como o Barão Pierre de Coubertin, conseguiu o que outros antes dele tentaram sem sucesso. 

Dois anos depois de fundar o Comité Olímpico Internacional, Coubertin conseguiu realizar na capital grega, Atenas, os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. 

Estávamos em abril de 1896. A história do Olimpismo Moderno começava a escrever-se com a participação de 241 atletas, de apenas 14 países.

O símbolo dos Jogos, os cinco aros coloridos de cor azul, preta, vermelha, amarela e verde, em representação da união dos cinco continentes em torno do desporto é, também, obra de Coubertin, tal como o lema “O importante não é ganhar, mas sim participar”. 

 Podes saber mais sobre o Olimpismo Moderno na página do Comité Olímpico de Portugal.

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