O Dia da Morte de José Saramago

Hoje, 18 de Junho, assinalam-se cinco anos do desaparecimento do Nobel da Literatura. Estás em Lisboa?

Talvez tenhas estado com José Saramago há pouco tempo, deliciado (ou stressado, se a leitura foi por causa do exame de Português do 12º…) com a sua escrita e personagens únicas.

Hoje o memorial não é do convento, é o memorial do próprio escritor. No dia em que passam cinco anos do seu falecimento (se é que os escritores morrem…), a Casa dos Bicos – Sede da Fundação José Saramago, em Lisboa, tem um programa especial e de entrada livre (normalmente o bilhete custa três euros, dois para estudantes).

Digamos que até ao final do dia de hoje podes “estar” com o escritor de uma forma diferente, menos silenciosa do que através da leitura.

Há um convite para ver o mundo “pelas lentes de José Saramago”, pondo uns óculos parecidos com os seus; uma exposição de outro nome familiar: o ilustrador André Letria expõe a sua visão desenhada do livro do escritor para crianças “A Maior Flor do Mundo”.

À noite – e convém chegar cedo porque a presença será condicionada pela lotação da sala -, às 21 horas, começa uma sessão de leitura de textos de Saramago por Maria do Céu Guerra, com o acompanhamento musical de José Afonso e Rogério Cardoso Pires.

Quem está longe, pode aceder a um texto inédito, “Notas de Ensaio sobre a Lucidez”, publicado na revista Blimunda, que pode ser descarregada no site da Fundação, aqui.

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