Das árvores e das florestas à água embalada

A rubrica do dia 17 de maio no Jornal 2 foi dedicada ao ambiente.

1) Está online a maior lista de espécies de árvores alguma vez feita e o Brasil ocupa lugar cimeiro

A maior rede de conservação de plantas a nível internacional – Botanic Gardens Conservation International, que reúne 500 jardins botânicos de todo o mundo, fez uma pesquisa aprofundada para saber quantas espécies de árvores há no mundo.

Descobriram mais de 60 mil tipos diferentes. Sendo que o Brasil lidera a lista: Tem 8700 tipos diferentes, seguido… de longe…  da Colômbia e da Indonésia.

Se atentarmos nas espécies endémicas, o Brasil continua à frente, mas em segundo lugar surge Madagáscar e em terceiro a Austrália.

Este trabalho deu origem à mais completa lista de espécies arbóreas do mundo, que reúne o nome e a distribuição geográfica de cada espécie.
Chama-se GlobalTreeSearch, está online, e a pesquisa pode ser feita por país ou por espécie de árvore.

O trabalho permite perceber quais as espécies em risco e protegê-las, como a Karomia Gigas, da Tanzânia, de que só se conhecem 6 exemplares.

2) As garrafas de água de plástico podem ter os dias contados

O plástico é um dos grandes problemas ambientais do nosso tempo. Estima-se que em 2050 haverá mais plástico do que peixes no mar. As garrafas de plástico são responsáveis pela produção de mais de 2 mil milhões de toneladas de plástico todos os anos.

Jovens engenheiros a estudar em Londres encontraram uma alternativa ecológica e estão já a comercializá-la em lojas temporárias e eventos desportivos no Reino Unido.

Criaram as Ooho!, são umas embalagens esféricas feitas à base de algas que permitem armazenar água e que podem ser ingeridas ou, no caso de serem descartadas, são biodegradáveis. E ainda são mais baratas de produzir do que o plástico.
Agora estão a trabalhar em formas de facilitar a comercialização e no desenvolvimento de máquinas de venda.

3) Respostas à última pergunta: fala-se pouco ou muito de política na escola?

A opinião é quase unânime: fala-se pouco e deveria falar-se mais. Dizem que, como não está nos programas, os professores não falam, mas que vivendo em Democracia é um tema que diz respeito a todos. Alguns lembram ainda que se começa a votar aos 18 anos e, sem perceberem nada de política, não faz sentido.

4) Pergunta: Sentes-te um cidadão europeu? Porquê?

Responde-nos gravando um vídeo ou escrevendo a tua opinião para o endereço eletrónico info@jornalissimo.com até terça, dia 23 de maio.

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