Fotogaleria: o erguer de uma nuvem

Assistimos à instalação da escultura “As nuvens não conhecem fronteiras”, de Victor Ribeiro, e mostramos-te as várias etapas em imagens. Vê!

Na semana passada, publicámos uma reportagem com Victor Ribeiro, um dos três escultores participantes no Simpósio Internacional de Escultura de Matosinhos, juntamente com Paulo Neves e Álvaro de la Vega. 

Podes recordá-la aqui: Ver nascer a obra de arte. Depois de termos acompanhado um pouco do trabalho do escultor, assistimos à montagem e instalação da peça, na manhã de quarta, dia 15. Foram precisas cerca de duas horas para levar as partes que compõem a escultura (um bloco simboliza a chuva, outro uma nuvem) para o local que lhe foi destinado e, aí, proceder à sua montagem. 

A tarefa envolveu vários meios técnicos e humanos, que ergueram a peça sob o olhar atento do autor e também de Paulo Neves e Álvaro de La Vega. A chuva (verdadeira) também compareceu em mais do que uma ocasião. Nada de estranhar, tratando-se da instalação de uma obra que tem por nome “As nuvens não conhecem fronteiras”. 

Tens as legendas no final da fotogaleria. 

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1 a 3, 5 e 6 – Foi preciso uma carrinha com grua e vários homens para transportar as peças da escultura do estaleiro, instalado nas traseiras do edifício da galeria municipal, até ao jardim envolvente à Câmara Municipal de Matosinhos, a poucos metros dali;

4 – O autor da obra, Victor Ribeiro (à esquerda, de chapéu) acompanhou todo o processo, tal como o escultor Paulo Neves, que tinha já visto a peça que fez durante o simpósio ser instalada em Leça da Palmeira, no acesso à ponte móvel;

7 – No local onde a escultura vai ficar instalada, dois homens preparam o terreno para receber a escultura. A peça que ficará junto ao solo tem dois espigões de aço que irão encaixar em duas aberturas de cerca de 40 centímetros de profundidade feitas na terra. Além deste encaixe, a base levará, também, cimento para ficar “colada” ao chão;

8 e 9 – Chegada do camião com a escultura ao local; 

10 a 13 – A “chuva” com os tais dois espigões de aço bem visíveis necessita de algumas manobras e ajustes de posição antes de ser colocada na vertical;

14 a 21 – Neste caso, apareceu primeiro a “chuva” e só depois chegou a “nuvem”, com dois furos para poder ser encaixada nos dois espigões colocados na outra extremidade da “chuva”, que lhe serve de suporte;

22 – Vários transeuntes ficam parados a observar as operações de montagem, alguns vêem na nuvem as “ondas do mar de Matosinhos”, outros dão palpites sobre como deve ser feita a montagem da peça; 

23 – O vereador da cultura da Câmara de Matosinhos, Fernando Rocha, aproxima-se para fotografar a “nuvem” de perto, procurando enquadrá-la no céu carregado;

24 – A peça de arte passa a fazer parte do centro da cidade. Ao longe, percebe-se melhor como a “chuva cai inclinada”;

25 – Antes do merecido almoço e com a obra instalada no local escolhido, o escultor Victor Ribeiro é um homem satisfeito.   

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